O programa Paracatuzum desta quarta-feira (26) discutirá o tema o “Carnaval tem dono”?

Escrito por em 24/02/2014

História do CarnavalCarnaval tem dono? precisa ter alguém organizando a festa? ou é uma manifestação popular que expressa o pensamento e as criações dos seres ocupantes de uma determinada cidade?. Semanas atrás, participamos de uma roda de prosa, com cerca de dez blocos carnavalescos, em uma cidade com aproximadamente dez mil habitantes. Os grupos se organizam e dialogam durante o ano o ano todo, ou seja, cerca de três mil habitantes se articulam e atuam em, pelo menos, dois dias de festa na rua. No entanto, esperam as vésperas para saber “o que podem ou não” fazer durante o percurso, o local, o samba, entre outras coisas. Por outro lado, há também aquela confusão com verbas e acertos de contas com escolas de samba e outros bambas. No final, acaba rolando arremedos daqui e dali. No Rio de Janeiro, com tantos investimentos, os blocos botaram seus cantos e chacoalhos nas ruas e, mesmo que a televisão não mostre, os cariocas estão nas praças, nos bairros, nas praias, enquanto o sambódromo virou point de gringo. Na capital paulista, o corso começou ocupando o vazio do Minhocão, agora se esparrama por todos os cantos, nas mais variadas ondas e estilos. O programa Paracatuzum desta quarta-feira (26), das 17 às 19h, vai em busca de entendimentos, provocativas e caminhos para um carnaval que pode e precisa ser do povo, como a praça Castro Alves e como o céu é do avião.

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