Combate ao Aedes Aegypti deve continuar em períodos de seca

Escrito por em 10/07/2018

Combate ao Aedes Aegypti deve continuar em períodos de seca

O combate ao mosquito Aedes Aegypti deve ser constante. Mesmo em períodos de seca, o transmissor da dengue, zika e chikungunya vive e se reproduz dentro e ao redor das residências. Em São Carlos, o trabalho dos agentes de combate às endemias continua com as visitas casa a casa, mas também é importante que toda a população faça a sua parte.

Desenvolvida pelo Instituto Oswaldo Cruz, a campanha “10 Minutos Contra o Aedes” propõe ações semanais para que população atue na limpeza dos principais criadouros dentro de suas residências. Segundo a Instituição, agindo uma vez por semana a sociedade interfere no desenvolvimento do vetor, já que seu ciclo de vida, do ovo ao mosquito adulto, leva de 7 a 10 dias. Com a ação semanal, é possível impedir que ovos, larvas e pupas do mosquito cheguem à fase adulta, freando a transmissão dessas doenças.

Entre os principais criadouros do mosquito no ambiente doméstico estão: caixa d’água, ralos, lajes, calhas, pratos de plantas, cacos de vidros em muros, ar-condicionado, pneus, vasos sanitários, vasos de plantas aquáticas, piscinas e fontes, entre outros. Em São Carlos, até junho foram registrados 19 casos positivos de dengue, sendo 12 autóctones – contraídos dentro da cidade – e 7 importados.

Confira mais informações no podcast da edição matinal de hoje do Rádio UFSCar Notícias.


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