Os 10 melhores discos nacionais do semestre

Os 10 melhores discos nacionais do semestre

A programação musical da Rádio UFSCar selecionou os 10 melhores álbuns deste 1º semestre de 2016. Confere aí.

#10 Valcian Calixto – Foda!valcianfoda

“Em Foda! as correntes são quebradas não apenas na intensa lírica das canções, mas também na revolução musical que é ouvir o rock em perfeita harmonia com o axé e a psicodelia dentro da seresta. Pode ser que a geração perdida de Terezina não carregue uma legião de fãs, mas o seu som e suas poesias já entraram para a história e registra para o mundo, e suas gerações futuras, que algumas pessoas decidiram não se calar e que não se calarão. A história da música piauiense e brasileira será marcada por um grupo de artistas como Valciãn, que de maneira verdadeira e inovadora nos presenteou com uma obra muito foda!” (leia a resenha completa)

Segunda-feira – Agarrado à Minha Frustração

Quarta-feira – Marcha-Ranço


#9 Rico Dalasam – Orgungaorgungadalasam

“Enquanto que a “geração do lacre” de Liniker, Tássia Reis, Karol Conka, As Bahias e a Cozinha Mineira e o próprio Dalasam escrevem mais um capítulo da música brasileira contemporânea com discos como Orgunga, outros ainda parecem fechar os olhos e se recusam a dar o devido destaque àqueles que não só se arriscam a falar, mas que detêm a propriedade do discurso e incomodam muita gente entregando aquilo que prometem. Se o rap sempre foi feito de voz e atitude pra questionar e representar o meio do qual emerge, nada mais apropriado do que Rico Dalasam ser sim a voz e a vez de toda uma geração. E que responsabilidade hein.” (leia a resenha completa)

Segunda-feira – Dalasam

Quarta-feira – Esse Close Eu Dei


#8 Son Of A Witch – Thrones In The Sky sonofawitch02

“Capaz de trazer cores, sabores e sensações únicas, Thrones In The Sky é um trabalho completo, coeso e consistente como um todo. Se você gosta de rock, se você gosta de viajar ou se você gosta de viajar ouvindo um rock, este é o seu som.”(leia a resenha completa)

Segunda-feira – Thrones In The Sky

Quinta-feira – Far Away From Dreaming (Giant Spheres and Humanoids)


#7 Xóõ – Xóõ xóõ

“Xóõ pode até não ser aquela banda brilhante que você vai apresentar pro amiguinho, com lágrimas nos olhos, perguntando porque raios ninguém escuta esse tipo de coisa. Até porque a probabilidade de ele não entender exatamente o que você tomou, pra curtir uma meia hora de um maluco cantando com o sotaque mineiro por cima dumas batidas quebradas, é alta. No entanto, se a maioria ainda vai virar o nariz pra esse tipo de som, a certeza é que outros devem se emocionar com a responsabilidade dos integrantes de apresentar um projeto singular, tão bem desenvolvido e em tão pouco tempo.Tem qualidade, tem contexto, tem mensagem e o principal: é sincero do começo ao fim.” (leia a resenha completa)

Segunda-feira – É Tudo Roubado (dirty vers.)

Quinta-feira – Passado Futuro


#6 Metá-Metá – MM3 mm3-metameta

“Pela primeira vez podemos ver o Metá Metá tão solto, daí vem a maior influência do jazz, não necessariamente em timbres e arranjos, mas na maneira como os músicos conseguem, dentro da canção, dialogar entre si de uma forma tão espontânea que faz até parecer fácil. Sem dúvida, o Metá Metá está revolucionando a música brasileira de forma sincera e coerente.” (leia a resenha completa)

Terça-feira – Osanyin

Quinta-feira – Três Amigos


#5 Mahmundi – Mahmundi mahmundi

“Independente da reciclagem por vezes exagerada e de optar por se manter confortável diante de um mundo caótico como o nosso, as canções são ótimas e isso é inegável. Fácil de se apaixonar e difícil de não continuar escutando por dias e dias. Se não surpreende pelo tom quase que retrospectivo da obra, ao menos não entrega menos do que o esperado de uma das artistas que mais nos cativaram nestes últimos quatro anos. Mahmundi, enfim, entrega o seu aguardado primeiro disco e, com o mesmo misto de malandragem e doçura que a trouxe até aqui, pede pra você deixar que o calor do amor tome conta do seu coração.” (leia a resenha completa)

Terça-feira – Sentimento

Quinta-feira – Eterno Verão


#4 Céu – Tropix capa_ceu_tropix-620

“Álbum que se em sua temática não destoa da tendência da vez, ao menos escâncara, logo no título, a questão trabalhada por muitos no atual cenário musical brasileiro: é possível ser moderno, digital, pixelado, sem deixar a famigerada tropicalidade brasileira de lado?” (leia a resenha completa)

Terça-feira – Chico Buarque Song

Sexta-feira – Perfume do Invisível


#3 Nã – Farpanafarpa

“Com uma atmosfera obscura, o primeiro disco da NÃ é uma tijolada na mente. Em suas letras políticas e agressivas, o groove se encontra com riffs hipnotizantes nos versos potentes, sinceros e afiados como farpa.”(leia a resenha completa)

Terça-feira – Cara de Charles Bronson

Sexta-feira – Unhas e Dentes


#2 João Donato – Donato Elétricodonatoeletrico

“O que torna esse disco muito bom, não é o equipamento usado por um ou outro músico, mas sim a capacidade de construir, desconstruir e reconstruir algo que foi feito no passado. Não estamos falando de reciclagem musical, mas de reapropriação de uma linguagem e sua evolução. Donato Elétrico é genial, pois evolui a linguagem universal da música a um novo patamar, não é bossa, não é jazz, mas sim a expressão de um grande músico.” (leia a resenha completa)

Quarta-feira – Urbano

Sexta-feira – Combustão Espontânea


#1 Jonathan Tadeu – Queda Livrejt

“O tempo talvez mostre a importância que Queda Livre pode trazer pro cenário de artistas que se propõem a fazer o que fazem sem a mínima garantia de serem ouvidos, o que também pode não acontecer e não seria novidade nenhuma, visto a quantidade de bandas que diariamente aparecem e acabam não sobrevivendo à dificuldade de levar um projeto desses aqui no Brasil. Agora, se o importante é colocar a cara no sol e deixar as amarras internas um pouco de lado pra dar vida a uma ideia, só o fato desse disco existir já é uma baita vitória.” (leia a resenha completa)

Quarta-feira – Ninguém se Importa

Sexta-feira – Ato Falho


As faixas selecionadas vão ao ar de segunda a sexta às 10h, com reprise na íntegra no domingo às 15h.

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